Quando o edifício público deixa de ser objeto e passa a ser cidade.
Quando o edifício público deixa de ser objeto e passa a ser cidade.
Quando o edifício público deixa de ser objeto e passa a ser cidade.
Ficha Técnica
Localização Foz do Iguaçu, PR - Brasil
Área 7000 m2
Ano do Projeto 2025
Faust Arquitetos (Co-Autor)
Franco Luiz Faust
Lavínia Zanon
collab com
AP Arquitetos
ALA Arquitetura
Localização Foz do Iguaçu, PR - Brasil
Área 7000 m2
Ano do Projeto 2025
Faust Arquitetos (Co-Autor)
Franco Luiz Faust
Lavínia Zanon
collab com
AP Arquitetos
ALA Arquitetura
Localização Foz do Iguaçu, PR - Brasil
Área 7000 m2
Ano do Projeto 2025
Faust Arquitetos (Co-Autor)
Franco Luiz Faust
Lavínia Zanon
collab com
AP Arquitetos
ALA Arquitetura
Ficha Técnica
Câmara Municipal de Foz do Iguaçu
Câmara Municipal de Foz do Iguaçu
Quando pensamos a nova Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, partimos da compreensão de que a arquitetura pública precisa representar a complexidade do território onde se insere. A arquitetura paranaense não nasce de modelos puros ou abstratos, mas do encontro entre culturas imigrantes, povos originários, paisagem, água, luz e matéria. É dessa condição local, diversa e irregular, que emergem espaços únicos. Foz do Iguaçu é uma cidade formada por muitas origens, etnias e modos de viver. Ao longo do século XX, o Estado teve papel central na construção de referências urbanas.
Hoje, ao projetar um novo edifício público, entendemos esse gesto como a oportunidade de reafirmar o espaço coletivo como lugar de encontro, participação e construção simbólica da cidade. Nosso interesse está no conceito de civitas, a cidade como agremiação de pessoas de diferentes origens, em oposição à ideia de uma cidade homogênea. O projeto busca se inserir como uma ágora contemporânea, um espaço público que acolhe o debate democrático, ampliado hoje pelas novas formas de participação associadas às tecnologias digitais. Mais do que um edifício institucional, propomos um lugar de pertencimento, aberto à cidade e à sua permanente transformação.
Quando pensamos a nova Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, partimos da compreensão de que a arquitetura pública precisa representar a complexidade do território onde se insere. A arquitetura paranaense não nasce de modelos puros ou abstratos, mas do encontro entre culturas imigrantes, povos originários, paisagem, água, luz e matéria. É dessa condição local, diversa e irregular, que emergem espaços únicos. Foz do Iguaçu é uma cidade formada por muitas origens, etnias e modos de viver. Ao longo do século XX, o Estado teve papel central na construção de referências urbanas.
Hoje, ao projetar um novo edifício público, entendemos esse gesto como a oportunidade de reafirmar o espaço coletivo como lugar de encontro, participação e construção simbólica da cidade. Nosso interesse está no conceito de civitas, a cidade como agremiação de pessoas de diferentes origens, em oposição à ideia de uma cidade homogênea. O projeto busca se inserir como uma ágora contemporânea, um espaço público que acolhe o debate democrático, ampliado hoje pelas novas formas de participação associadas às tecnologias digitais. Mais do que um edifício institucional, propomos um lugar de pertencimento, aberto à cidade e à sua permanente transformação.
Quando pensamos a nova Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, partimos da compreensão de que a arquitetura pública precisa representar a complexidade do território onde se insere. A arquitetura paranaense não nasce de modelos puros ou abstratos, mas do encontro entre culturas imigrantes, povos originários, paisagem, água, luz e matéria. É dessa condição local, diversa e irregular, que emergem espaços únicos. Foz do Iguaçu é uma cidade formada por muitas origens, etnias e modos de viver. Ao longo do século XX, o Estado teve papel central na construção de referências urbanas.
Hoje, ao projetar um novo edifício público, entendemos esse gesto como a oportunidade de reafirmar o espaço coletivo como lugar de encontro, participação e construção simbólica da cidade. Nosso interesse está no conceito de civitas, a cidade como agremiação de pessoas de diferentes origens, em oposição à ideia de uma cidade homogênea. O projeto busca se inserir como uma ágora contemporânea, um espaço público que acolhe o debate democrático, ampliado hoje pelas novas formas de participação associadas às tecnologias digitais. Mais do que um edifício institucional, propomos um lugar de pertencimento, aberto à cidade e à sua permanente transformação.










