Quando o edifício público deixa de ser objeto e passa a ser cidade.
Quando o edifício público deixa de ser objeto e passa a ser cidade.
Quando o edifício público deixa de ser objeto e passa a ser cidade.
A proposota foi laureada com o 5º lugar deste concurso nacional que contou com 32 propostas enviadas.
A proposota foi laureada com o 5º lugar deste concurso nacional que contou com 32 propostas enviadas.
Ficha Técnica
Localização Curitiba PR - Brasil
Área 20000 m2
Ano do Projeto 2026
Faust Arquitetos
collab com
AP Arquitetos
ALA Arquitetura
Localização Curitiba, PR - Brasil
Área 20000 m2
Ano do Projeto 2026
Faust Arquitetos (Co-Autor)
collab com
AP Arquitetos
ALA Arquitetura
Localização Curitiba, PR - Brasil
Área 20000 m2
Ano do Projeto 2026
Faust Arquitetos (Co-Autor)
collab com
AP Arquitetos
ALA Arquitetura
Ficha Técnica
Câmara Municipal de Curitiba
Câmara Municipal de Curitiba
A reorganização espacial da Câmara Municipal de Curitiba tornou-se necessária à medida que a cidade cresceu e suas demandas institucionais, urbanas e sociais se transformaram. Nossa proposta parte do entendimento do Palácio Rio Branco como um importante marco da memória urbana, preservando sua presença histórica enquanto introduz uma nova camada arquitetônica capaz de dialogar com a cidade contemporânea de forma respeitosa e complementar.
Mais do que ampliar a estrutura existente, o projeto busca fortalecer a relação entre o edifício, a praça e o tecido urbano. A expansão atua como elemento integrador, promovendo permeabilidade, valorizando a presença da vegetação e ampliando o caráter público do conjunto. Os vazios cuidadosamente desenhados tornam-se protagonistas da proposta, criando novas conexões visuais e físicas entre a Câmara e a cidade, convidando o pedestre a atravessar, permanecer e reconhecer o edifício como parte do espaço urbano. Ao mesmo tempo, esses vazios desempenham um papel fundamental no desempenho ambiental da edificação, favorecendo a ventilação natural, a entrada de luz difusa e a qualificação dos espaços internos.
O sistema construtivo foi concebido a partir de uma lógica híbrida entre concreto e madeira engenheirada, combinando a robustez estrutural do concreto com a leveza, o menor impacto ambiental e a capacidade de armazenamento de carbono da madeira. Essa estratégia busca reduzir a pegada de carbono da construção, ao mesmo tempo em que potencializa processos de pré-fabricação, proporcionando maior precisão executiva, racionalização do canteiro de obras, redução de resíduos e menor tempo de construção.
A arquitetura resulta da integração entre patrimônio, inovação e sustentabilidade, onde as decisões estruturais, espaciais e ambientais são indissociáveis. A proposta entende que preservar não significa congelar a cidade no tempo, mas permitir que novas intervenções estabeleçam um diálogo qualificado com sua história, contribuindo para uma Curitiba mais aberta, acessível e ambientalmente responsável.
Uma intervenção que procura equilibrar conservação e transformação, respeitando o patrimônio existente enquanto reforça sua conexão com a vida urbana e projetando uma arquitetura preparada para os desafios contemporâneos.
A reorganização espacial da Câmara Municipal de Curitiba tornou-se necessária à medida que a cidade cresceu e suas demandas institucionais, urbanas e sociais se transformaram. Nossa proposta parte do entendimento do Palácio Rio Branco como um importante marco da memória urbana, preservando sua presença histórica enquanto introduz uma nova camada arquitetônica capaz de dialogar com a cidade contemporânea de forma respeitosa e complementar.
Mais do que ampliar a estrutura existente, o projeto busca fortalecer a relação entre o edifício, a praça e o tecido urbano. A expansão atua como elemento integrador, promovendo permeabilidade, valorizando a presença da vegetação e ampliando o caráter público do conjunto. Os vazios cuidadosamente desenhados tornam-se protagonistas da proposta, criando novas conexões visuais e físicas entre a Câmara e a cidade, convidando o pedestre a atravessar, permanecer e reconhecer o edifício como parte do espaço urbano. Ao mesmo tempo, esses vazios desempenham um papel fundamental no desempenho ambiental da edificação, favorecendo a ventilação natural, a entrada de luz difusa e a qualificação dos espaços internos.
O sistema construtivo foi concebido a partir de uma lógica híbrida entre concreto e madeira engenheirada, combinando a robustez estrutural do concreto com a leveza, o menor impacto ambiental e a capacidade de armazenamento de carbono da madeira. Essa estratégia busca reduzir a pegada de carbono da construção, ao mesmo tempo em que potencializa processos de pré-fabricação, proporcionando maior precisão executiva, racionalização do canteiro de obras, redução de resíduos e menor tempo de construção.
A arquitetura resulta da integração entre patrimônio, inovação e sustentabilidade, onde as decisões estruturais, espaciais e ambientais são indissociáveis. A proposta entende que preservar não significa congelar a cidade no tempo, mas permitir que novas intervenções estabeleçam um diálogo qualificado com sua história, contribuindo para uma Curitiba mais aberta, acessível e ambientalmente responsável.
Uma intervenção que procura equilibrar conservação e transformação, respeitando o patrimônio existente enquanto reforça sua conexão com a vida urbana e projetando uma arquitetura preparada para os desafios contemporâneos.
A reorganização espacial da Câmara Municipal de Curitiba tornou-se necessária à medida que a cidade cresceu e suas demandas institucionais, urbanas e sociais se transformaram. Nossa proposta parte do entendimento do Palácio Rio Branco como um importante marco da memória urbana, preservando sua presença histórica enquanto introduz uma nova camada arquitetônica capaz de dialogar com a cidade contemporânea de forma respeitosa e complementar.
Mais do que ampliar a estrutura existente, o projeto busca fortalecer a relação entre o edifício, a praça e o tecido urbano. A expansão atua como elemento integrador, promovendo permeabilidade, valorizando a presença da vegetação e ampliando o caráter público do conjunto. Os vazios cuidadosamente desenhados tornam-se protagonistas da proposta, criando novas conexões visuais e físicas entre a Câmara e a cidade, convidando o pedestre a atravessar, permanecer e reconhecer o edifício como parte do espaço urbano. Ao mesmo tempo, esses vazios desempenham um papel fundamental no desempenho ambiental da edificação, favorecendo a ventilação natural, a entrada de luz difusa e a qualificação dos espaços internos.
O sistema construtivo foi concebido a partir de uma lógica híbrida entre concreto e madeira engenheirada, combinando a robustez estrutural do concreto com a leveza, o menor impacto ambiental e a capacidade de armazenamento de carbono da madeira. Essa estratégia busca reduzir a pegada de carbono da construção, ao mesmo tempo em que potencializa processos de pré-fabricação, proporcionando maior precisão executiva, racionalização do canteiro de obras, redução de resíduos e menor tempo de construção.
A arquitetura resulta da integração entre patrimônio, inovação e sustentabilidade, onde as decisões estruturais, espaciais e ambientais são indissociáveis. A proposta entende que preservar não significa congelar a cidade no tempo, mas permitir que novas intervenções estabeleçam um diálogo qualificado com sua história, contribuindo para uma Curitiba mais aberta, acessível e ambientalmente responsável.
Uma intervenção que procura equilibrar conservação e transformação, respeitando o patrimônio existente enquanto reforça sua conexão com a vida urbana e projetando uma arquitetura preparada para os desafios contemporâneos.







